Todos nós em algum momento das nossas vidas já assistimos a situações injustas que envolvem confrontos físicos – desde agressões a pessoas mais fracas, a assaltos ou até discussões que escalam sem controlo.
E quase sempre surge o mesmo pensamento: “Se fosse comigo, nao teria acabado assim“.
Mas o facto é que no que toca a sermos protagonistas de qualquer confronto físico, aquilo que julgamos ser capazes de fazer muitas vezes é inútil e neste artigo eu vou te explicar o porquê.
Qual é o erro?
O maior erro que a maioria das pessoas comete na autodefesa é acreditar que saber uma técnica significa conseguir aplicá-la numa situação real.
Numa situação real não basta ser o mais treinado. Claro que isso trás uma grande vantagem no entanto, um dos fatores determinantes é o controlo emocional.
Quando se entra numa situação de confronto o nosso organismo entra em estado de alerta automaticamente. O sangue “gela” caso seja sentido uma ameaça demasiado grande, ou “ferve” quando somos dominados pela raiva.
O coração acelera para preparar o corpo para reagir.
E é aqui que tudo muda.
Na ansia de querermos terminar o confronto, os movimentos tornam se previsíveis, pesados, carregados demais, nao medimos a força exata necessária para cada golpe, nao medimos com tempo suficiente a reação do adversário.
Como reagir então?
Por muito cliché que pareça, manter a calma é essencial – independentemente da situação.
Isso nao significa reprimir emoções, mas sim controlá-las e usa-las a teu favor.
E não, não é simples.
Para alguem sem qualquer tipo de treino, este controlo pode ser extremamente dificil. Mesmo para quem ja tem experiencia, nao é algo garantido – apenas mais provavel.
Porque no momento real, nao há tempo para pensar.
No final, nao interessa o que sabes. Interessa o que consegues fazer quando o corpo entra m stress e a mente deixa de ser clara.
É aí que a verdadeira preparação faz a diferença.
E lembra-te: Dá o teu máximo e boa sorte nos campos de batalha!



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